Salar do Uyuni: Tour de 4 dias na Bolívia

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Filament.io 0 Flares ×

Um Tour que vai além do maior Salar do mundo: o Uyuni! São 4 dias e 3 noites atravessando o Deserto boliviano e descobrindo lugares espetaculares.

Quando pensamos em realizar esse Tour, ficamos surpresos com alguns relatos negativos. Deu um pouco de receio e medo, mas já adianto que FOI A MELHOR EXPERIÊNCIA QUE TIVEMOS. Quebrando as polêmicas: Foi tudo perfeito e sem problemas.  Acreditamos que uma boa agência garante essa experiência aos turistas.

 

Tour

Optamos pela máxima experiência no deserto: 4 dias e 3 noites! O Tour sai do Atacama em direção à cidade de Uyuni nossa parada final. Contratamos o Tour compartilhado, fomos 7 pessoas no carro, eu e Guilherme, 4 chilenos e nosso guia motorista boliviano Paulo. Passamos 4 dias em um Toyota 4×4 atravessando o deserto boliviano, pernoitando em lugares incríveis!

Laguna-Verde
Laguna Verde

 

PRIMEIRO DIA

Aduanas

Saímos de San Pedro de Atacama por volta das 6h30 da manhã, a agência nos buscou no Hostel e fomos em direção a nossa primeira parada a imigração chilena. La nós carimbamos nossa saída do Chile e seguimos em direção a fronteira boliviana a menos de 40 minutos de San Pedro de Atacama. Como nossa agência saiu cedo, não pegamos praticamente fila nenhuma nos locais. Pegamos o PDI boliviano e seguimos para o nosso primeiro café da manhã.

Aduana-Fronteira-Chile-x-Bolívia
Aduana – Fronteira Chile x Bolívia Fonte: mochileirosamericadosul.wordpress.com

Reserva Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa

Chegamos na Reserva Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa e por lá pagamos uma taxa única de ingresso de 150 bolivianos. Foi expedido um bilhete e fomos orientados a guardá-lo com cuidado, pois ele é necessário para apresentar em outras paradas da reserva e também na volta, caso perca esse papel é necessário pagar mais 150 bolivianos. Nesse ponto iniciamos nossa aventura pelo deserto.

Laguna Blanca

Todo o Tour pelo deserto boliviano supera os 4.500 metros de altura. Em muitos locais passamos dos 5.000 metros de altura. É aconselhável aclimatar antes de realizar esse Tour para não sentir tanto os efeitos da altitude. Aclimatamos antes no Atacama.

Laguna-Blanca
Laguna Blanca

Conforme explicações do nosso guia Paulo, a Laguna Blanca possui muitos minerais provenientes dos vulcões, que dão a água esse aspecto branco. O mais legal desse Tour que somos deixamos em determinados pontos para caminharmos e observamos o máximo as atrações, é incrível…

Laguna Verde

Para avistarmos a Laguna Verde somos levados até o alto de um morro e ficamos ali alguns minutos observando a Laguna que não é verde! Isso mesmo! Ela possui uma concentração de vários minerais, tais como: magnésio, chumbo, arsênico e etc, todos esses minerais concentram-se no fundo da laguna, com o vento forte no local, os mineiras desprendem-se do fundo da laguna e garantem o colorido verde.

Repare quando chegamos a cor da Laguna

Laguna-Verde.
Laguna Verde sem vento

Depois de alguns minutos com o vento mais forte, a Laguna ficou com um verde lindo!

Laguna-verde
Laguna verde com ação do vento ela muda a cor!

Deserto de Salvador Dalí

Um deserto maravilhoso que recebeu esse nome devido algumas rochas vulcânicas serem similares a obra do pintor Salvador Dalí. É impressionante!

Deserto-Salvador-Dalí
Deserto Salvador Dalí

Águas Termais de Polques

Uma parada fundamental para: banheiros e banho. Nesse local existe uma piscina de águas termais sendo opcional a entrada. É cobrada uma taxa de 6 bolivianos para usar banheiro e termas ou 3 bolivianos apenas para usar o sanitários. Lembrando que nossa primeira noite não existe banho, então esse é um bom lugar para tomar o banho do dia.  Entrei nos banheiros que são regrados a incenso, pois são fossas sanitárias, nesse Tour todos os pontos de apoio são muito simples, não cabendo espaço para frescura ok! Não entramos na água, estava frio e já tínhamos tido a experiência nas águas termais nas Termas de Puritama no Atacama.

guas-Termais-de-Polques
Águas Termais de Polques

Geysers Sol de Mañana

Esses geysers são completamente diferentes dos Geysers el Tatio no Atacama. Nesse ponto estávamos a mais de 5.000 metros, recebemos pirulitos do nosso guia Paulo para adoçar nossa passagem pela altitude que mexe com nosso corpo e também com nosso psicológico, mas deu tudo certo.

Geysers-Sol-de-Mañana-Tour-4-dias-Uyuni
Geysers Sol de Mañana

É impressionante esse local, conseguimos ver a água como um mistura de lama vulcânica borbulhando, fora o calor saindo do chão. Nesse local senti o tal cheiro de enxofre, bem forte por sinal, essa parada não dura muito tempo, pois o local expele fumaça tóxica.

Geysers-Sol-de-Mañana-1
Geysers Sol de Mañana

Refúgio  Huayllajara

Saímos dos Geysers e fomos em direção ao refúgio Huyallajara próximo a Laguna Colorada, chegamos lá por volta das 14 horas e almoçamos. A comida é simples, mas muito gostosa. As acomodações também são simples e não possui chuveiros no local.

Refúgio-Huayllajara
Refúgio  Huayllajara

Laguna Colorada

Depois do almoço fomos conhecer a Laguna Colorada. Uma bela laguna com cor laranja, meio ferrugem que ganha essa coloração devido as algas presente no local.

Laguna-Colorada
Laguna Colorada

 

Fomos deixados por nosso guia no mirante da laguna para realizarmos uma trilha até a parte baixa. Como gostamos de andar  exploramos bastante o local. A trilha é leve, bem demarcada e exige passos curtos, pois está a mais de 4.800 metros de altura, o ideal e andar devagar e respirar com tranquilidade.

Laguna-Colorado-Trilha
Laguna Colorada – Trilha

O vento é bem forte nesse local, quase nos carregou.

Por lá os Flamingos fazem seus ninhos e são milhares deles por toda a parte. Os flamingos bolivianos principalmente nessa laguna são mais coloridos que em outros lugares, pois eles comem as algas e sua penugem ganha a cor mais rosa.

Laguna-Colorada-Bolívia
Flamingos na Laguna Colorada, como ventava muito eles estavam mais afastados.

SEGUNDO DIA

Desierto Siloli

Acordamos bem cedo, tomamos nosso café preparado pelo nosso motorista, cozinheiro e guia Paulo, bem simples, mas reforçado. Logo após, saímos do refúgio em direção ao deserto de Siloli.

Refúgio-Huayllajara.
Saída Refúgio Huayllajara

Pelo caminho passamos pela famosa Arbol de Piedra, uma rocha vulcânica bem famosa, que pela ação do vento foi esculpida ganhando um formato de árvore. Nesse ponto a altitude é de pouco mais de 5.000 metros de altura.

Arbol-de-Piedra
Arbol de Piedra

Exploramos bastante o local, subimos nas rochas, que são permitidas a subida, andamos bastante, mas vale ressaltar que ficamos cansados, pois a altitude causa esse tipo de sintoma. Ande devagar e não teste seus limites!

Deserto-de-Siloli
Deserto de Siloli

Laguna Honda

Saindo de Siloli, fomos em direção as lagunas bolivianas, começando pela Laguna Honda.

Laguna-Honda
Laguna Honda

Fomos deixados no mirante para a laguna e descemos até a sua base para observamos melhor, ela tem uma coloração verde água bem clarinha e é muito bonita.

Laguna-Honda-2
Laguna Honda

Laguna Chiarkota

Muito linda e bem próxima da Laguna Honda com coloração é similar.

Laguna-Chiarkota
Laguna Chiarkota

Laguna Hedionda

Assim como as outras lagunas a Hedionda, além de muito bonita todas tem características bem peculiares.

Laguna-Hedionda
Laguna Hedionda. Flamingos

No local existe um hostel bem simples onde é vendido wi-fi.  Nem perguntamos o valor para utilização, pois estávamos conectados com a natureza e desligados do mundo virtual( he he) e assim permanecemos e foi bem melhor!

Hostel
Hostel na Laguna Hedionda

Essa laguna é extremamente tóxica com altas concentrações de enxofre. O que impressiona é que vários flamingos vivem por lá e parecem não importar com o cheiro que também é bem forte.

Flamingos
Flamingos Laguna Hedionda

Laguna Cañapa

Encontramos mais flamingos nessa laguna que é similar a todas as outras em aspectos e coloração. Todas muito lindas!

Laguna-Cañapa
Laguna Cañapa

Laguna Negra

Essa laguna está um pouco mais afastada das outras e tem uma coloração negra devido aos minerais de origem vulcânica presentes na água.

Laguna-Negra
Laguna Negra

Nesse local observamos várias formações rochosas também de origem vulcânica.

Laguna-Negra-Rochas
Rochas Vulcânicas Laguna Negra

Nesse ponto já estávamos com fome e paramos para o nosso almoço, bem simples, mas muito gostoso.

Povoado de San Cristobal 

Fizemos uma rápida parada no povoado de San Cristobal uma  cidadezinha pequena e muito botina.

San-Cristobal-
San Cristobal

Conhecemos a igreja de San Cristobal

San-Cristobal-Igreja
Igreja de San Cristobal

Essa foi a alternativa segura para chegar ao Salar do Uyuni, uma vez que o Hotel de Sal em San Juan estava fechado, pois o Salar estava alagado mais que o normal e não seria seguro passar por lá.

E pelo caminho a chuva nos pegou…  quando ela cai nesse período de janeiro, o solo argiloso do local levanta uma poeira e com a ação do vento surgem vários mini tornados, confesso que nesse momento fiquei um pouco tensa, mas nosso guia nos informou sobre os ventos e nos tranquilizou… uma leve adrenalina pra deixar o Tour mais atrativo (risos).

Chuva-na-estrada-para-Uyuni
Chuva na estrada para Uyuni

Hospedagem no Uyuni

Nossa segunda noite, passamos em um hotel na cidade de Uyuni. Tomamos banho quente e jantamos. No jantar tivemos sopa de entrada, e após uma macarronada com frango assado, tivemos direito até um vinho. O hotel é simples como todos os locais que passamos e tinha wi-fi, mas não funcionava bem, sendo assim fizemos opção por não utilizá-lo. Não conseguimos registrar fotos do local, pois estávamos cansados, saímos às 6 horas da manhã da Laguna Colorada e chegamos após as 19 horas na cidade de Uyuni, para então sairmos cedo novamente em direção ao Salar do Uyuni.

TERCEIRO DIA

Salar do Uyuni

Acordamos bem cedo às 3h00 da manhã e saímos às 4 horas em direção ao Salar do Uyuni onde passaríamos toda a nossa manhã. Como nos hospedamos na cidade de Uyuni o Salar estava a menos de 50 minutos da cidade. Na noite anterior havia chovido muito e nosso guia Paulo decidiu sair mais cedo, para que pudéssemos aproveitar o Salar sem chuva.

Chegamos no Salar do Uyuni ainda estava escuro.

Salar-do-Uyuni-madrugada
Salar do Uyuni madrugada

Haviam muitas nuvens no local, mas ainda assim conseguimos observar o brilho do nascer do sol!

Beilho-do-Sol-Salar-do-Uyuni
Brilho do Sol Salar do Uyuni

Na parte da manhã faz muito frio, e nos agasalhamos bem!

Agasalhos-no-salar-do-uyuni
Agasalhos no salar do uyuni

Não tem como explicar em palavras a beleza desse lugar, e ainda alagado. Chegar no maior deserto de sal do mundo é muito emocionante.

O Salar de Uyuni tem aproximadamente 12 mil quilômetros quadrados,  é muito grande. Conforme nos informou Paulo nosso guia, cerca de 10 bilhões de toneladas de sal. Tão grande que a emoção vem a tona, aquele lugar que tanto olhava pelo google maps satélite bem ali debaixo dos meus pés.

Vista do satélite!

 

Não passamos na Isla Incahuasi, pois como disse acima o volume d’água estava alto e não é seguro ir até o local.

Tomamos nosso café no meio do Salar e logo em seguida voltamos a ser crianças. Foram várias fotos perspectiva, que diga-se de passagem não são nada fáceis de fazer.

Salar-do-Uyuni-.
Uyuni

O tempo ainda estava bastante nublado, mas ainda assim o Salar fica lindo.

Uyuni-nublado
Salar do Uyuni nublado

 

Com o passar das horas o tempo foi abrindo e esquentando também, hora de tirar as camadas de roupa… E o sol apareceu, para nossa alegria.

Salar-do-Uyuni
Salar do Uyuni

Ojos de Sal

No Salar existe uma parte que é destinada a extração. Conseguimos observar montinhos de sal que são extraídos do local para refinamento. Os montinhos são muito sólidos e nesse ponto a água estava um pouco mais alta, tivemos  que usar chinelos, mas foi muito legal, uma sensação incrível.

Ojos-de-Sal
Ojos de Sal

Mais uma parada para mais fotos e vídeos, Paulo nosso guia muito animado e disposto a tirar nossas fotos. Ele também fez uma parada em um local  seco  para que pudéssemos ter a experiência de observar ele sem água. E foi um presente, pois não esperávamos encontrá-lo alagado, tivemos muita sorte em vê-lo das duas formas. Foi maravilhoso.

 

Godizila-Uyuni
Uyuni

 

Pulo-Salar-do-Uyuni
Salar do Uyuni – Galera do Tour

Museu de Sal

O museu era o antigo hotel de sal, ele encerrou suas atividades, pois estava degradando o ambiente. Atualmente continua aberto, mas como museu. Utilizei o banheiro do local que é bem precário, são fossas e não tem o cheiro muito agradável.

Museu-de-sal
Museu de sal e bandeiras

Dentro do museu são vendidos artesanatos.

 

Bandeiras

No seu entorno ficam as famosas bandeiras onde os turistas tiram suas fotos bem clichês, e eu fui lá tirar a minha!

Bandeiras
Bandeiras uyuni

Monumento Dakar

Mais adiante fica o monumento Dakar, que leva esse nome devido ao famoso Rally Dakar.

Monumento-Dakar
Monumento Dakar

Hora de deixarmos o gigante para trás com lágrimas nos olhos de tanta emoção e seguirmos viagem.

Aldeia de Colchani

Um  povoado pequeno que sobrevive basicamente do turismo no local. Essa era hora de gastarmos nossos bolivianos economizados e fazermos algumas comprinhas…

Colchani
Aldeia Colchani

Em geral os preços são mais baratos que em San Pedro de Atacama, dá uma vontade louca de levar TUDO.

Cemitério de Trens

Saindo de Colchani, fomos em direção a cidade de Uyuni e por lá almoçamos em um restaurante numa galeria da cidade, esse restaurante tem wi-fi, aproveitei para avisar a família que estava tudo bem, já que a comunicação não existia nesses 2 dias.

Após o almoço fomos em direção ao cemitério de Trens. São vários vagões e trens abandonados no local, nossa percepção é que o lugar também é abandonado e carente de atenção. Apesar de muito famoso por todas as fotos achamos um pouco sujo e mal cuidado.

Cemiterio-de-Trens
Cemitério de Trens
Cemitério-de-Trens
Cemitério de Trens

Uyuni

Saímos do cemitério de trens e retornamos para a cidade de Uyuni, era hora de despedirmos no nosso simpático guia Paulo, que além de ter nos levado, nos ensinou um pouco de seus costumes “pitar folha de coca” do jeito boliviano.

Paulo-guia
Paulo guia

Na agência World White Travel aguardávamos nosso guia de volta a San Pedro do Atacama. Roberto nos conduziu a nossa última noite na aldeia Villa Mar.

Villa Mar

Chegamos em Villa Mar no final da tarde o lugar é mais simples que os outros e possui banho quente. Pagamos 10 bolivianos para um bom banho morno a água não aquece muito e o frio nesse lugar é congelante. Jantamos e fomos dormir.

Villa-Mar
Villa Mar

Esse foi o único local que usamos nosso saco de dormir fechado até a cabeça e ainda usamos segunda pele, vale a pena investir nesses equipamentos nesse Tour, pois o frio é intenso.

QUARTO DIA 

Último dia de madrugar, saímos por volta de 5 horas da manhã para seguir viagem para San Pedro de Atacama.

Nesse dia não realizamos paradas a não ser para banheiro, ficamos no carro todo o tempo e percebemos que haviam muitos lugares com neve, o frio estava extremo.

Chegamos na fronteira no horário previsto às 8 horas da manhã,  fomos carimbar nossos passaportes, após tomamos nosso último café da manhã com a Denomades e seguimos viagem com a Van. Chegando em San Pedro de Atacama passamos novamente pela Aduana Chilena e nesse momento não é possível retornar com nenhum tipo de alimento, seja origem vegetal ou animal. Feito o processo de vistoria da bagagem somos deixados no hotel pela agência.

Agência Denomades

Contratamos a Denomades pelo Brasil que trabalha no Atacama com uma correspondente chamada Word With Travel. Uma agência bem simples na rua Caracoles, quase esquina com Toconao. Fomos muito bem atendidos na agência e recebemos informações detalhadas sobre o Tour contratado.

Endereço em San Pedro de Atacama: Rua Caracoles, 362.

Preços

  • Preço por pessoa em temporada alta: CLP$ 140.000.
  • Preço por pessoa em temporada baixa: CLP$ 130.000.

*A temporada alta corresponde aos passeios que começam do 1 ao 31 de julho, de 16 a 20 de setembro, e de 18 de dezembro a 30 de abril. As datas não especificadas correspondem à temporada baixa.

Para reservar: é só acessar o site da Denomades  e realizar um  pagamento online, adiantamento de CLP$ 25.000 por pessoa, o restante do valor é pago em pesos chilenos na agência até as 14 horas do dia anterior ao tour.

  • O saldo deve ser pago em espécie (pesos chilenos) o dia anterior ao tour, antes das 14:00, em San Pedro de Atacama.
  • Você pode reprogramar ou cancelar a reserva (com 100% de reembolso) até 48 horas antes do início da excursão.

Incluído no Tour

  • Van de San Pedro do Atacama até a fronteira com o Chile
  • Transporte compartilhado em  4×4 para 6 pessoas na Bolívia
  • Motorista guia em espanhol
  • Refeições (café da manhã, almoço e jantar).
  • Acomodação:

1° noite em Refúgio: quarto compartilhado de máximo 6 pessoas, com banheiro compartilhado, sem chuveiros.

2° noite em Hotel em Uyuni: quarto duplo, triplo ou quádruplo (hospedagem alternativa, em situações que o hostel de sal está fechado. Chuveiros com água quente).

3° noite: quarto compartilhado duplo, triplo ou quádruplo, segundo disponibilidade. Banheiro compartilhado, chuveiros com água fria. Para ter água quente deve-se pagar um extra de 10 bolivianos.

Não inclui no Tour

  • Imposto de fronteira (15 bolivianos por pessoa).
  • Ingressos aos parques (186 bolivianos por pessoa).
  • Ingresso à Reserva Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa (150 bolivianos por pessoa).
  • Ingresso à Termas de Polques (6 bolivianos por pessoa).
  • Ingresso à Isla Incahuasi (30 bolivianos por pessoa).
  • Acesso a banheiros no caminho (aprox. 6 bolivianos cada entrada).
  • Seguro saúde.

Restrições

  • Idade mínima requerida de 7 anos.
  • Não permitido para gestantes.
  • Não recomendado para pessoas com hipertensão, insuficiência cardíaca, problemas respiratórios. Consulte um médico antes de viajar para verificar as condições de saúde.

 

Dicas importantes

Melhor época para visitar:

Existe uma probabilidade muito grande de vê-lo alagado da segunda quinzena de janeiro até meados de março. Mas é muito imprevisível a natureza. De abril a dezembro ele está seco e no inverno , além de ser muito frio ele está mais seco que o normal tendo aquele aspecto “rachado”. Conforme orientações do nosso guia fevereiro é a época que mais chove e em alguns casos o Tour é cancelado. Mas em geral qualquer época do ano da pra visitá-lo.

O que levar: 

  • Roupas confortáveis e para frio em camadas;
  • Mochila de Ataque
  • Água cote 2 litros por dia;
  • Botas ou tênis confortáveis, sugerimos botas para trilha;
  • Roupa para o banho nas  Termas de Polques;
  • Óculos de sol;
  • Protetor solar;
  • Remédios de uso pessoal, você terá farmácia apenas na cidade de Uyuni;
  • Lanterna;
  • Saco de dormir, fez toda a diferença no frio que pegamos;
  • Papel higiênico e ou lenços umedecidos;
  • Toalha;
  • Passaporte ou documento de viagem.
  • 300 bolivianos para despesas não incluídas no TOUR.

Altitude média do tour: 4.800 metros

 

Essa sem dúvida foi a experiência mais incrível que já tive até hoje. Um lugar rico em natureza e belas paisagens naturais

 

Autora:

Renata-e1516908213715

Renata Oliveira é apaixonada pela natureza, trilhas, fotografia e por todas as belezas do seu estado natal: Minas Gerais. Já realizou várias trilhas por Minas e pelo Brasil fazendo registros com suas câmeras fotográficas.

                  “Sonho realizado: Maior deserto de sal do mundo” 

 

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *